Da necessidade à operação.
Seis etapas, sempre nesta ordem. Selecione uma para ver o que entra, o que sai e quem participa.
Começa pelo que dói e pelo que já é medido.
Conversas com quem opera o processo, não só com quem decide. Saímos com o problema escrito em uma frase, a métrica que ele afeta hoje e o que a empresa considera resultado.
- Entrada: processo atual, sistemas envolvidos, volume, restrições de dado.
- Saída: definição do problema, métrica de linha de base, critérios de sucesso.
- Quem: Kallavy + operação + decisor.
Arquitetura, modelos candidatos e limites explícitos.
Desenhamos a camada de IA entre os sistemas e os modelos: o que entra, quem revisa, o que fica registrado, quanto pode custar por execução e por pessoa. Nenhum modelo é escolhido antes de ser comparado no dado da empresa.
- Entrada: definição do problema, amostras de dado, requisitos de privacidade e contrato.
- Saída: diagrama de arquitetura, modelos candidatos, limites e permissões, estimativa de custo por uso.
- Quem: Kallavy + TI da empresa.
Integração pela API, sem trocar o que funciona.
Conectamos os sistemas existentes à camada da Kallavy — compatível com a API da OpenAI — e montamos agentes, automações e base de conhecimento conforme o desenho. Tudo com registro de cada execução desde o primeiro dia.
- Entrada: arquitetura aprovada, acessos, amostras.
- Saída: integração funcionando em ambiente de teste, com extrato de consumo.
- Quem: Kallavy + TI da empresa.
Contra dado real, com quem vai usar.
Comparamos modelos e configurações na métrica definida no Discover. O que não bate a linha de base não vai para produção — e a decisão fica documentada com o número que a sustentou.
- Entrada: integração em teste, conjunto de validação, operadores.
- Saída: comparação de modelos, escolha justificada, ajustes de limites e revisão.
- Quem: operação + Kallavy.
Em operação, medido por pessoa e por item.
Entrada em produção com teto de gasto por pessoa, painel de consumo e cobrança em real com nota fiscal. A empresa vê para onde foi cada centavo, e pode pausar, limitar ou trocar de modelo a qualquer momento.
- Entrada: configuração validada, contrato, limites.
- Saída: sistema em operação, extrato, alertas, documentação de operação.
- Quem: Kallavy opera; a empresa governa.
Modelo novo, mesma arquitetura.
Os modelos mudam a cada poucos meses. Como a integração fica na camada da Kallavy, trocar de modelo é um parâmetro — revalidado no mesmo conjunto de dados do Validate. A métrica do Discover continua sendo o juiz.
- Entrada: extrato de operação, novos modelos, mudanças no processo.
- Saída: revalidação periódica, troca ou ajuste de modelo, custo revisado.
- Quem: Kallavy + operação.
O extrato
Consumo por modelo, pessoa e item, e a fatura como espelho dele.
A arquitetura
Diagramas, limites e decisões documentadas com o número que as sustentou.
A liberdade de trocar
Modelos são parâmetros. A integração é da empresa, não do provedor.